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Aborto: uma decisão muito pessoal para poder ser julgado por justiça ou religiões

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Pois, enfim, o tema ABORTO volta a pauta e anda causando rebuliço na sociedade, na Internet e entre políticos e religiosos (estes últimos, que estão sempre metidos onde não foram chamados).

Ao longo desta matéria, colocarei imagens dos períodos da 1ª à 8ª semana de gestação, para que se perceba que, até este momento, o produto da gravidez é algo praticamente amorfo que, muito frequentemente, é expelido, espontaneamente, pelo próprio corpo! Ainda não é um bebezinho!

E não sem tempo: então, se nós, “pobres mortais”, não temos o direito de manipular a vida e decidir quando ela começa e quando termina, Srs. Doutores, parem já com as cirurgias, pontes de safena, transfusões de sangue e voltemos a Idade Média! Ah, é! E Srs. Padres, NÃO OUSEM TOMAR UMA ASPIRINA SEQUER, ao longo de suas existências! Rezem! E esperem sentados!

Acredito que o aborto nunca seja uma decisão fácil nem feliz. Mas muitas vezes pode ser uma solução. E ninguém melhor de que a própria mulher para decidir sobre seu corpo e sua vida e se deseja ser a responsável pela vida de outra pessoa por, pelo menos uns 18 anos.

1ª a 4ª semana – apenas umas terminaçõezinhas nervosas

Usarei o exemplo de Israel que, apesar de ser um Estado religioso, considero uma das nações mais coerentemente organizadas em questões sociais, no tocante a assuntos internos, é claro – não entrarei, aqui, em suas discórdias com a vizinhança. Isto poderá ser assunto para um outro post…

Em Israel, um estado baseado na religião (esta, porém, com mais de 3000 anos de existência anterior ao cristianismo e, portanto, algum desprendimento a mais. Provavelmente por já aceitarem que muito dos ensinamentos ainda são repassados mais por questões de tradição familiar do que por realmente acharem que são verdades universais, ao meu ver) o aborto é permitido baseado em razões bastante lógicas :

Em todos estes casos, o aborto deve ser “pedido” para que seja avaliada a sua legalidade e cerca de 96% dos casos recebem aprovação.

A mulher que desejar interromper uma gravidez, em Israel (uma Israelense, obviamente – estrangeiras devem seguir as leis de seus países de origem), deve comparecer a um dos 41 comitês do aborto, operantes tanto em hospitais públicos quanto privados, existentes no país. Estes comitês são formados por três membros: um médico especializado em obstetrícia e ginecologia, outro médico que seja médico de família, psiquiatra e internista ou ginecologista, e um assistente social. E PELO MENOS um dos três deve ser uma mulher!

Estas normas fazem parte da definição sobre casos nos quais o aborto é legalizado desde 1977!!!! Olha o quanto nós ainda estamos atrasados na questão do respeito à liberdade pessoal, em nosso País! Até 1980, ainda eram considerados os casos em que a mulher tinha poucas condições financeiras para sustentar o filho, mas este parágrafo foi retirado da lei por pressões religiosas (bem como qualquer retrocesso).

7ª semana – as setas indicam onde virá a existir os membros: eles ainda não existem

Pois bem, nós, aqui, tupiniquins colonizados por Jesuítas acompanhados dos Portugueses enviados rumo às “Índias”, queremos continuar discutindo com PADRES o certo e o errado sobre o aborto? Um assunto que deveria ser discutido no âmbito médico, científico e social, tal como é feito em Israel!

Também acredito que a VIDA é algo de grande valor! Mas o AMOR por esta vida é, sem dúvida alguma, ainda mais importante que a existência em si!

De que adianta a vinda de uma vida indesejada pela própria mãe?! A MÃE – o ser que mais deve desejar a vinda do próprio filho, para que ele deva existir!!! Quem melhor do que ELA para saber se deve ou não tê-lo?! Respondo: NINGUÉM! A vida é dela! E já está em andamento! E se ela acredita que aquela nova vida será prejudicial à ela e à própria nova vida, por mais dolorosa que esta decisão seja, a mulher DEVE ter o direito de optar pelo que faz com o próprio corpo!

8ª semana – na minha opinião, o limite. Depois disso já é um bebê. Mas ainda acho que é direito da mãe decidir o que fará, embora daí em diante, será mais doloroso para ambos.

Então, Estado e Igreja se unem e decidem que uma mulher será mãe. Ponto. Ela não quer o filho. Mas não PODE interromper a gravidez DELA porque o Estado e a Igreja não DEIXAM. Ela pode ser presa se o fizer!!! E depois? Já que parte da responsabilidade sobre a existência desta criança é do Estado e da Igreja, irão AMBOS auxiliá-la no sustento desta criança?! NÃO! Talvez nem o próprio pai da criança o faça! Injusto, não?!

Respeito à vida? E a vida da mulher que tem uma gravidez indesejada e deseja interrompê-la? Esta vida não merece respeito?!

“Ah, mas toma anticoncepcional!” – dirá alguém.

Sim, pode até ser! Mas camisinha fura, D.I.U sai do lugar, estupro marital EXISTE e MUITO, contraceptivo oral, às vezes, é farinha e,  mesmo quando não é, PODE falhar!

Acredito que devemos, sim, é deixar de lado os TABUS “dos tempos do êpa”, e trazer o assunto ABORTO para o diálogo FRANCO e ABERTO! Desmistificá-lo! Parar de crucificar os médicos que “dão a cara à tapa” para dizer que nas primeiras semanas de gestação o que existe é uma bolha de sangue, um amontoado de células que, claro que dá uma certa dó pensar que se interromperá seu desenvolvimento, pois  SIM, está VIVO!

Mas a MÃE TAMBÉM está! E muito além de ter VIDA, ela também tem CONSCIÊNCIA, SENTIMENTOS, carreira, problemas a enfrentar e questões a resolver! E todos os aspectos de SUA própria existência à gerir! E, mesmo que cause sofrimento, acredito que é melhor sofrer em um único momento do que por toda uma vida, sendo-se  filho de uma mãe que não o queria!

Então, por ordem de prioridade, eu voto na vida da mãe! Embora também torça para que nenhuma mulher precise tomar esta decisão!

Que lindooo! E, é sério! Isso acontece de verdade! Eu via os pezinhos da Gertha (meu baby n° 3), assim, na minha barriga! ADORAVA!!!!

E dica de quem é mãe de 4 filhos (eu, no caso – tem fotinho lá embaixo!) e cuja vida, embora tenha ficado mais difícil, não acabou por causa disso: se o teu problema é apenas MEDO, NÃO ABORTA! Nada na vida é melhor do que o abraço de um filho, seus primeiros passos, suas primeiras palavras e todas as outras experiências que ele terá até crescer, e que, aos olhos de nós, mamães, são todas incríveis, nos enchem de orgulho e lágrimas nos olhos!

Acredito que a mulher deva ter o direito de optar se será mãe ou não. Mas SER mãe é bom demais!

Sigrid, Aengus, Gertha e Gregor: as quatro pessoinhas que eu decidi brindar com a vida!

 

 

 

 



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Publicado por em 28 de setembro de 2011. Arquivoado em Família,Feminismo,Reflexão. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0. You can leave a response or trackback to this entry

95 Respostas para Aborto: uma decisão muito pessoal para poder ser julgado por justiça ou religiões

  1. fox

    5 de outubro de 2011 at 22:37

    Usar camisinha é chato, usar pilula cansa e engorda…da espinha e muitas outras coisas…outros métodos dão incomodo…
    Fazer sem proteção é mil vezes melhor…E dai se o espermatozoide entrou no óvulo?
    A mulher que deve escolher se quer ou não ter o filho..se quer ou não fazer com proteção.
    Pq é bem melhor fazer sem camisinha, mas se algo da errado..tipo engravidar…ela que deve escolher se que ou não ter.
    Nisso tudo envolve dinheiro.Então se vc que acha que não se deve abortar e tal…quer pagar os gastos? Se não, então entenda que o corpo não é seu.
    Sem falar nas estrias…é o fim!

  2. falo mesmo

    5 de outubro de 2011 at 22:55

    que pena que a sua mãe não te abortou.

    ela tb tem os direitos sobre o corpo dela e tb tinha a opção de tirar o “amontoado de células” q é vc agora e te jogar no lixo junto com o absorvente ensanguentado…

    que pena, q pena mesmo.

    Mas não se peocupe. O mundo não muda nada com a sua presença ou sua falta.

  3. Carol

    5 de outubro de 2011 at 22:56

    facil ser a favor do aborto quando ja se esta vivo!
    E nao me venha com essa de ‘melhor decisao pra minha vida’ pq nao é sua propria vida que voce tira quando faz um aborto…

  4. Juliana

    6 de outubro de 2011 at 1:10

    Sou totalmente a favor da legalização do aborto com apenas uma condição. Se o pai (ou suposto pai) quiser ter o filho, pode apelar pra impedir que a mulher interrompa o aborto.
    Essa decisão é de dois, assim como a criação foi de dois.
    Alias, pra que apenas o pai? Se os avós, a vizinha ou quem quer que seja, QUER a criança, assina um documento se tornando o responsável legal por ela proibindo qualquer forma de interrupção de gestação. Mas assim que nasce, a mãe não tem direito legal nenhum assim como nenhuma responsabilidade.

    Quem é contra o aborto acha um crime hediondo, vai e faça a salvação daquele ser humano, exija ele pra você. Simples!
    Pois quem não quer a responsabilidade de ter um filho vai continuar ser te-la mesmo depois da criança nascer…mesmo depois do quinto filho nascer….responsabilidade não é algo que lhe é imposto, é algo que você aceita ter.

    [Eu poderia falar muito mais, mas estaria apenas te repetindo com outras palavras Paula. Essa foi a unica coisa que eu tinha pra acrescentar.]

  5. Adriano

    6 de outubro de 2011 at 21:09

    Vejamos, volto aqui para continuar

    bem, vamos lá: Primeiro, sobre ‘é melhor não existir do que sofrer’. Vejo que a frase não chega a ser invalidada na própria discussão visto que o feto já tem vida, ou seja, é desnecessária então você tê-la citado. Mas você concorda então que é melhor viver mal do que morrer? porque parece tender bastante para o lado do ‘sofrimento’ para distinguir uma boa morte e uma morte má;

    Segundo, sobre ‘consciência’. Isso é o ‘pensar’ mais do que os impulsos de acordo com o que você diz. Responda-me: uma pessoa em coma ‘pensa’? eu, que não tenho nada a ver com tal pessoa, posso chegar lá e matá-lo por ele não pensar? A mãe dele pode matá-lo por ele não pensar? Como matar? faca? tiros? (ao meu ver deixar morrer por se omitir é matar tanto quanto com tais instrumentos~~ apenas mais limpo). E quanto a pessoas em coma provocado, ainda seguindo tal linha de consciência, poderia ser morta. Coma pode não bater com sua linha de ‘consciência’ ou talvez sim, então vamos para anencefalia; mas o resultado é quase o mesmo com a distinção do ‘potencial de consciência’, da pessoa algum dia voltar ou começar a poder pensar. Esse potencial no anencéfalo realmente ainda não existe. Futuramente pode se falar em transplante de cérebro, dar um ‘reset’ e colocar em um corpo (parece meio que ficção científica, mas num futuro distante, quem sabe)… mas em fim, voltando, até mesmo o anencéfalo. Ok matar? Cérebro, a pesar de todas as suas funções, não é órgão Vital. Coordena várias funções mas não é essencial para nenhuma; pode-se Vegetar sem o cérebro e ainda assim estar vivo. Meu ponto é… qual sua lógica para matar uma pessoa por ela não pensar? quando alguém exatamente não tem consciência? esclareça…

  6. S. Sanches

    7 de outubro de 2011 at 11:43

    Bom dia.
    Obrigado pela resposta e quero apenas comentar o que não ficou claro, pois você parece não ter entendido a minha colocação.
    Um feto realmente não responde por si, já que está em formação. Mas você responde. E criminalmente, lógico. Nem cito as questões morais e de apelo religioso neste caso, pois me parece que você é uma militante com idéias já formadas á respeito, e não cabe aqui discutirmos a tua ideologia. Não tento aqui te convencer, apenas expresso minha visão e digo que sempre serei á favor da vida, principalmente daqueles que sequer podem defender o seu direito de existir, neonato ou nativivo.
    Mas dar ao feto, após gerado, nascido e crescido, o direito de aceitar sua condição de vida e decidir o que fazer da mesma, é um dever que quem o gerou deve ter. Não quer a criança? Tenha – o e dê para adoção. Simples. O custo da gestação deverá ser teu, claro.
    O livre arbítrio, termo usado por você, foi citado por mim apenas para que nos entendêssemos sobre a direção do assunto. Prefiro o termo “Direito de Conduta”, que possui o mesmo conceito, e mais aceitável filosoficamente, sem aforismos religiosos. Sobre o fato de ter filhos ou não, aqui não cabe a dissertação, uma vez que a pauta é outra, não minha paternidade.
    Utopias á parte, a sociedade hipócrita e politicamente correta de hoje, permite e apóia o adultério e o aplaude de pé, o aclamando em muitos casos como salvação de relações frias e monótonas, incitando mulheres e homens á terem casos extraconjugais por diversão e prazer. E por favor, sem posar de inocente sobre o desconhecimento de tal corrente secular.
    Vide revistas femininas, programas televisivos como novelas e filmes, mídias eletrônicas e etc. Isto não é uma conclusão minha, é consenso geral, ou de pessoas mais observadoras, preocupadas com a condução social e seus impactos presentes e futuros. Mas não estamos aqui julgando o caráter e conduta, mas sim os sintomas que tais desvirtuamentos comportamentais geram. E o aborto é um dos muitos efeitos colaterais de uma sociedade doente e em declínio.
    “Ou de classe social não compatível ou conduta não aceitável” _ Quando afirmei tal fato, o disse com propriedade de quem pesquisa e experimenta á respeito. De forma alguma qualifiquei tal expressão como para mais ou para menos. O que deve ser entendido aqui, é que classe social não compatível pode ser o caso da mulher de classe inferior ter engravidado de um homem rico e a família do mesmo não aceitar o fato, e forçar o aborto. Ou vice – versa. Muito se engloba na expressão, já que é generalista e inclui em si todos os casos possíveis. Assim como conduta não aceitável.
    Realmente não quero que destrua a sua vida. Tens uma linda família e filhos maravilhosos, pela foto postada. Apenas a forma lexical que estava divergente do costume habitual.
    O entendimento para o que foi dito seria “Elas que o façam, Elas que se punam”.
    Liberdade e direito de escolha devem ser baseados no senso legal, aonde o teu direito e tua liberdade não vá em oposição ao direito de outros, e inocentes.
    Grato pelo espaço.

  7. Juliana

    7 de outubro de 2011 at 14:34

    O que os ‘defensores da vida’ ficam falando nada mais é do que fatores culturais que eles acreditam como universais.
    Mas cultura pode ser mudada, pode se adequar aos novos meios e novas realidades.

    A cultura anti-aborto nasceu da consciência religiosa de ‘crescei e reproduzi-vos’. Nada mais.

    Não existe mais nenhuma explicação contra o aborto que não tenha se originado nisso.
    Pois bem… já crescemos, já nos reproduzimos DEMAIS…daqui a pouco seremos extintos por ter mais ser humanos que o planeta consegue aguentar.

    Quem é contra o aborto não pensa em sociedade, não pensa no futuro e nem ao menos pensa em deixar de ser hipócrita e usar os argumentos que tanto usam na própria vida ao invés de apenas ficar atrapalhando a dos outros.
    Pensam de forma individual e no mundo da fantasia prilimpinpim onde o orfanato é um lugar magico como nas chiquititas, onde sempre tem lugar pra mais um ser amado pelo grupo depois ser adotado por uma família que o ama e a criança é um ser humano, não um numero…apenas mais uma boca a ser alimentada, um corpo a ser vestido e mandado pra escola e ficar no alvo do mercado de escravos.

    São contra o aborto, mas nunca visitaram um orfanato. Fazem caridade doando pelo telefone pra não precisar ter nenhum contato com os seres que sentem tanta pena. Se encontram uma criança pobre e mal vestida sozinha na rua logo mudam os olhos de direção, as vezes pelo menos rezam pedindo proteção a ela mas só isso, ao invés de ir perguntar se ela está bem ou perdida. Se pedem dinheiro na janela do carro assim que o sinaleiro abre reclamam dos pais da criança e do governo (gente mesquinha e idiota tem mania de culpar o governo por tudo, quando na verdade a culpa é dela mesma por ter colocado poder nas mãos dos governantes). MAS NÃO FAZEM NADA ALÉM DE RECLAMAR. Não procuram ser parte da solução. Sentem-se indignados com o ‘absurdo’ que é darem lições de sexo seguro nas escolas para alunos de 10 e 11 anos (dizem que é promover o sexo…mas são burros mesmo). Não ajudam nenhuma das crianças cuja a mãe queria abortar mas não abortou. São apenas hipócritas egoístas preocupados com a própria consciência e alma!

    Aborto não é abominação, não é declínio moral, não é nada de horrível. É apenas uma rejeição corporal induzida.
    Seu próprio corpo aborta sozinho e as vezes você nem percebe que estava gravida. Se aborto é assassinato, aborto espontâneo também é, afinal até em acidentes o responsável é penalizado. (nunca pensaram nisso antes de ficar chamando de assassinato né?)

    Se aborto é crime, matar um rato também é…o rato é até mais crime por ser mais desenvolvido e com mais consciência que o feto.
    Vai ser pró vida, ao menos seja vegetariano. Seja coerente com suas próprias ideologia.

    ps: dai quando não conseguem mais argumentar (pois não tem resposta nenhuma mesmo) começam com o ‘queria que todos a favor do aborto tivessem sido abortados’
    …são pró-vida, mas queriam a morte daqueles que pensam diferente deles, são contra o aborto …mas só daqueles que também são contra o aborto…patético, não? Hitler pensava assim, deixar viver apenas aqueles que concordavam com ele.

    Prova inerente de que perderam a discussão e partiram pra ignorância.

  8. Paula Berlowitz

    7 de outubro de 2011 at 18:41

    Olá, novamente, S. Sanches!

    Primeiramente gostaria de frisar que o termo “livre arbítrio” NÃO foi usado em meu texto e NÃO é um termo que eu utilize! Ele foi, primeiramente utilizado por uma leitora ao postar um comentário, seguida de outros leitores que voltaram a utilizar tal expressão. Eu só a usei em resposta ao teu comentário!

    Fico feliz com teu retorno! Quem debate honestamente não foge da discussão (como faz a maioria).

    Idéias formadas, tenho, sim. Porém sempre pondero novas informações para melhor moldar minhas ideias, caso necessário.
    NADA é pior do que uma opinião imutável frente a evidências contrárias a ela(motivo pelo qual “implico” tanto com as crenças religiosas -afirmam mesmo quando a probabilidade é contrária…).

    Mas “MILITANTE” (huashuahush) é uma palavra que faz eu me imaginar de boina e farda, o que não é NEM UM POUCO o caso!

    Não me considero NEM feminista, mas sim uma mulher em defesa dos direitos de todos, humanos e animais, por uma convivência mais harmônica e feliz.

    Concordo contigo quando dizes que a mídia incentiva o adultério, e aqui devo confessar que me vejo como uma das últimas defensoras da
    fidelidade conjugal, dentre as pessoas que conheço. Sou monogâmica (vivo com um homem, antes que me perguntem! rsrsrs), fiel e feliz! Realmente, acho uma pena que as pessoas não saibam se envolver de uma maneira entregue e respeitosa aos seus parceiros. Muito disso vem da vaidade excessiva e falta de auto-afirmação – motivos que considero os VERDADEIROS causadores da infidelidade conjugal. E lastimo o quanto isto interfira no resultado do que é uma família, nos dias de hoje – uma colcha de retalhos, tal qual é a minha, infelizmente não por minha escolha, mas sim por meu excesso de confiança e ingenuidade.

    Mas uma coisa me intriga e é o que mais me incomoda na questão do aborto: a responsabilidade da gravidez recai somente sobre a mulher, sempre! O homem não carregará a criança por 9 meses, criando um vínculo pré-natal com o ser em desenvolvimento. Então, por que há a mulher de arcar com uma responsabilidade que NÃO É SÓ DELA???!

    Interromper uma gravidez- fazer com que aquele ser NÃO exista – é MUITO diferente de viver uma gravidez, ter o filho e DÁ-LO!

    Como eu disse anteriormente, por ordem cronológica, voto na vida da mulher.

  9. Paula Berlowitz

    7 de outubro de 2011 at 18:56

    Em resposta à Tricia:

    Em momento algum desprezei a sociedade Portuguesa em meu post! O que eu disse foi que Portugal enviou sua escória para colonizar o Brasil. E disso todo mundo, hoje em dia tem consciência! De que, fora os exploradores, o restante dos primeiros enviados ao “Novo Mundo”, eram pessoas corruptas, muitos presidiários e outras personas-nongratas na sociedade Portuguesa!

    Portugal é um exemplo de educação! Tanto que mandou seus “maus-elementos” rumo à própria sorte, nas Américas, lá por 1500, talvez como forma de tentar “limpar” sua sociedade na época!

    Saliento que NÃO ESTOU FALANDO de Portugal da atualidade, também!

  10. Paula Berlowitz

    7 de outubro de 2011 at 19:43

    Bem, Adriano, conforme citou a leitora Rafaella: em uma fertilização “In Vitro”, muitos zigotos são descartados! Então, acredito que ao teu ver a inseminação artificial NÃO DEVERIA existir, é isso?

    Então a mulher que QUER ser mãe, mas por alguma razão não pode, NÃO DEVE ser mãe através da inseminação artificial, certo? Também deves ser contra a transfusão de sangue e cirurgias, pois se não devemos decidir quando a vida começa, também não deveríamos poder decidir quando termina, não é?! Se não podemos usar a medicina para um, também não deveríamos utilizá-la para o outro, pelo que demonstra tua ideologia!

    Outra coisa: pessoa em coma PENSA! Isso já foi comprovado! MUITAS pessoas em estado vegetativo demonstram alterações em eletroencefalograma e em seu ritmo cardíaco quando, por exemplo, um parente ou ente querido fala com eles ou toca em seu corpo!

    Quanto a anencefalia, raríssimos são os casos em que eles sobrevivem mais do que algumas semanas ou meses. Se alguém vê alguma razão para se deixar vir ao mundo uma pessoa que não viverá ou que terá uma sobre-vida, com certeza é apenas por questões religiosas, não pela questão VIDA!

    E a respeito do “viver mal é melhor do que morrer”, depende e MUITO! Se o “viver mal” for ter a vida que teve a filha daquele psicopata Josef Fritzl, por exemplo, EU preferiria morrer!

  11. Paula Berlowitz

    7 de outubro de 2011 at 19:53

    Sim, sim, Juliana! Como é contraditório alguém que se diz “pró-vida” dizer que EU deveria MORRER por expressar o que penso! Déspotas! Tiranos! É isto que são!

    É tipo quem se diz religioso (mais comumente os cristãos) que deixam comentários CHEIOS DE ÓDIO, ao mesmo tempo em que dizem crer em um Deus que é AMOR! O que entende de AMOR alguém que é vítima da IRA por ler uma mera matéria em um Blog, que expressa opinião diferente da sua???

    O problema é, como eu já disse, que a maioria das pessoas (pelo menos em “países capitalistas pobres como o Brasil”) não PENSA por si, mas sim assimila dogmas, ensinamentos e pensamentos alheios sem fazer grandes questionamentos.

    E aí, o resultado que vemos é este que pode-se perceber em muitos comentários neste post!

    Ah, só uma coisa: EU ainda acredito que se fosse ensinado, em casa, desde tenra idade, o respeito, a verdade como forma soberana de comunicação entre as pessoas, a honestidade, o senso de justiça, etc, coisas como “aula de sexualidade” para crianças de 10, 11 anos não seriam necessárias! O problema é que as pessoas ainda enxergam o sexo como algo feio, sujo, “pecaminoso” e acreditam que estarão “pervertendo” seus filhos se falarem sobre isto com eles! A “sujeira” do sexo está na cabeça de quem a vê…

  12. Paula Berlowitz

    7 de outubro de 2011 at 20:12

    Olá, novamente, Juliana!

    Gostei muito das tuas contribuições.

    Ainda assim, eu discordaria desse procedimento de alguém da família poder proibir a mulher de interromper a gestação, pois é dentro DELA que a criança vai crescer! É ela que vai viver a gravidez e é ela que terá de ser descolada do filho, depois que este nasça! Acredito que, em muitos casos, é isto que a mulher quer evitar: este comprometimento, este laço com este pai ou com esta família, ou este pesado fardo de “dar” um filho”! Se ela não tiver o filho, a estória acaba ali!

    E se a mulher não quer VIVER a gravidez? (acho uma pena, pois não vivi NADA mais INCRÍVEL na vida, embora não tenham sido estorinhas de contos-de-fadas, mas para mim, como mulher, entre mim e meus bebês, sem levar em consideração o que me cercava, foi O MÁXIMO! Repetiria! huasshuahus). E se ter um filho, naquele momento, interromperá planos que não poderá retomar depois? E se a mulher já tem meia-dúzia de filhos? Que faça uma ligadura? Meu gineco me “desrecomendou” (isso existe, oficialmente?), por exemplo! Diz que causa diversas intercorrências para o organismo feminino! E ainda assim NÃO É 100% seguro! Como disse outra leitora, o único método 100% seguro é o celibato!

    Acredito que uma mulher de seus 25 anos, com boa condição financeira e que ainda não tenha filhos, ou que já tenha um, não deveria abortar, pois ela tem plenas condições de dar à criança tudo o que precisa para uma existência digna e saudável. Mas o aborto é um assunto dotado de inúmeros “casos omissos”… Se é só porque é covarde, que vá tomar vergonha na cara, mas se a situação for outra?

    Ainda defendo como opção da mulher. É ela quem melhor deve saber de sua realidade.

  13. Paula Berlowitz

    7 de outubro de 2011 at 20:20

    Pois é, “Falo Mesmo” (só fala, né?! Assinar embaixo que é bom, NADA! huashuahsuhash Tua opinião nem é digna de consideração!),

    contraditório, não?! Pela tua demosntração de ‘revolta’ pareces ser contra o aborto, mas apoiarias o aborto de minha mãe! E então? És a favor ou contra?

    “Falo Mesmo” responderia: “Sou a favor da vida de quem pensa igual a mim!”. hahusuhashuauhshaus Patético!

    E mais me ajudas em minha argumentação, com teu “desaforo”: se o mundo não muda com nossa presença ou nossa falta, qual o problema da interrupção da gestação?! Não vai fazer diferença, mesmo, em tuas palavras…

    E se o mundo não muda com minha presença ou minha falta, o que te moveu a deixar um comentário em minha matéria?! E o que moveu tantas outras pessoas a darem suas opiniões?!

    Ignorância a tua afirmar isto! O mundo muda por cada vida que existe ou deixa de existir!

    Como já disse Gregório de Matos Guerra: “O TODO sem a PARTE NÃO é TODO, e a PARTE sem o TODO não é PARTE!”!

    Percebe-se que existência e argumentação não são teus pontos fortes…

  14. Paula Berlowitz

    7 de outubro de 2011 at 20:25

    Cara Fox,

    Não consegui entender se teu comentário foi sério ou sarcasmo…

    Se é sério, me pareces alguém demasiadamente fria e insensível, que tratou da questão com uma banalidade que me deu asco…

  15. Adriano

    7 de outubro de 2011 at 22:33

    Errm– posso estar enganado, mas meu último comentário foi deletado? porque?

  16. Adriano

    7 de outubro de 2011 at 22:35

    foi não Xd página não tinha carregado x.x

  17. Paula Berlowitz

    7 de outubro de 2011 at 23:11

    Caro A, “Faz o que tu queres, Há de ser tudo da Lei” NÃO É uma frase de Aleister Crowley nem Aiwass!

    Na literatura, há primeiros registros de sua utilização por François Rebelais, mas parece que ele mesmo a citou, não a criou!

    E tu, por sinal, estas interpretando a frase por um lado não usual do sentido ao qual esta é aplicada… Mas não estou aqui para discutir semântica, então, encerro apenas te dizendo que não há nada de tão grandioso, hediondo ou secreto, em teu comentário que pudesse me fazer não publicá-lo. E não é moderador. É MODERADORA! Paula Berlowitz, idealizadora deste blog. Outras mulheres colaboram com ele, ocasionalmente, mas quem publica e responde aos comentários sou eu.

    E ainda estou pra ver alguém que me diga algo passível de não ser publicado! Nem consigo imaginar porque deixaria de fazê-lo!

    Lanço-te o DESAFIO! ACEITAS?! Ou não és capaz?

    No máximo, talvez, se eu achar algo extremamente absurdo ou ridículo, posso apenas publicar e não responder… (isso já aconteceu uma vez! Depois de responder para o mesmo cara umas 10 vezes, e ele sendo extremamente grosseiro e ofensivo, comecei a achá-lo indigno de minhas respostas e passei apenas a publicar os comentários dele sem responder…)

  18. Adriano

    7 de outubro de 2011 at 23:12

    Bem, respondendo a você sobre a fertilização in vitro e outras:

    1) não se tratam de FETOS ou EMBRIÕES, trata-se do produto recém-fecundado (zigoto). zigoto, fora de ambiente, –e ainda mais por seu estado tão recente, não Evolui (características dos seres vivos). Simples assim.

    2) quando a vida começa já está decidido o.0 via. ‘características dos seres vivos’.

    3) ter consciência é reagir a estímulos? acho que não. feto reage a estímulos também (hormonais por exemplo). Até plantas reagem a estímulos (luz por exemplo). A maioria dos casos de coma a pessoa não se lembra de nada, ou seja, estava Inconsciente. Alguns estão em ‘coma profundo’ onde nem reagem direito. Mas digamos, é algo mais ligado a Atividade cerebral a consciência? Em fim, de acordo com você não se trata muito de saber se a pessoa está viva; sendo em coma ou na barriga. Mas sim de, se ela ‘perceberia que morreu’ ou algo do tipo. É uma opinião bem ‘se os olhos não vêem o coração não sente’

    4) então, você mataria um anencéfalo porque ele não iria viver muito… interessante, com mesma base em matar o feto ou com base em ‘acabar com o sofrimento’ ou algo do tipo?

    5) pode.. não parecer muito importante no momento a discussão que tentei levantar antes também, mas, se um terceiro matar? alguém que não é mãe nem pai? de acordo com você não seria assassinato ou nada. No máximo ele ‘degradou um bem seu’ e cabe danos materiais/morais, e você simplesmente faz outro. E também, quanto ao método de matar~~ por mais sanguinário, se é uma vida ‘sem importância’, estaria tão ok quanto matar uma barata por esmagamento.

    6) olha.. Alguém comentou sobre os humanos se multiplicarem em potencial biótico– praticamente sem resistência do meio e que seres humanos ‘Precisariam morrer de qualquer jeito mesmo’. Verdade que a raça humana cresce a 1.1% ao ano onde foi ‘salva’ pelas guerras, fome, etc.
    Digamos que, o ser humano é um animal muito diferente dos outros Xd. O problema em pensar em ‘matar’ é decidir ‘quem’.. ah, para mim não existe boa morte~~ meio sonhador, mas há a possibilidade de viver nesse planeta sem matar uns aos outros… sabiam que ‘eutanásia’ deriva de ‘boa morte’ no grego?

  19. Paula Berlowitz

    7 de outubro de 2011 at 23:45

    Sobre o comentário “Nossas leis brasileiras permitem o aborto em certos casos. Em certos casos.
    Fiquem sabendo disso.” de A:

    Ora, mas isso todo mundo já sabe! Estupro, incesto, alguns casos de malformação (como o de 28/setembro/2011, aqui em POA: http://tinyurl.com/6y94pkm, etc.

    Mas estamos falando da DESCRIMINALIZAÇÃO!

    O que parece é que a turma da “moral de cueca” não entendeu é que EU, pelo menos, não defendo O aborto. Eu defendo a DESCRIMINALIZAÇÃO do aborto,
    desde que nos dois primeiros meses de gravidez. Não o estou RECOMENDANDO! Estou defendendo o DIREITO da mulher, caso tenha necessidade de fazê-lo, de
    poder receber um atendimento médico e assistencial digno!

    A lei vigente não impede o aborto, meu caro. Ela apenas faz com que leigos e desonestos se beneficiem da fragilidade alheia, e que milhares de mulheres adoeçam
    e morram, em função de procedimentos mal executados, dada a criminalização!

    Eu já disse e repito, e assim é com TUDO: Proibição gera CONTRAVENÇÃO!

    Enquanto tentarem fazer com que as pessoas sejam OBEDIENTES ao invés de PENSANTES e SENSATAS, a democracia continuará sendo apensa um MITO em nossa sociedade patriarcal e hierárquica (porque não esqueçamos: a mulher de boa condição financeira ABORTA no Brasil, tranquila e sigilosamente em caras e eficientes clínicas! Então, a lei baseada em obediência NUNCA vale para todos! É o velho “obedece quem precisa… HIPOCRISIA!).

  20. Paula Berlowitz

    7 de outubro de 2011 at 23:56

    Novamente, lá vem o machismo velado! Diz A: “As mulheres tem LIVRE ARBITRIO PARA ESCOLHER SE PREVENIR”!

    PÔÔÔÔÔÔÔ!!!!!!!!!!! Mulher não engravida sozinha! Por que continuam enviando estes comentários INFAMES -resquícios do MITO do Gênesis, no qual Eva “perverteu” o “coitadinho” do Adão, aquela safada!

    E PELO JEITO TU NÃO UTILIZAS POSTO DE SAÚDE, NÉ?! Já foste a algum pegar camisinhas ou anticoncepcional?

    E também não deves fazer A MÍNIMA iDEIA do que é um processo de adoção, por aqui!!!! CRIANÇAS MOFAM EM ABRIGOS PARA MENORES!!!!! FICAM LÁ até os 18 anos esperando por alguém que as adote!
    Mas a galerinha de “bom coração” quer bebezinho loirinho de olho azul! E as nossas crianças abrigadas em grande parte são mestiças! E ainda assim, quando chega, de fato, alguém decente, que não escolha quem ama pela cor da pele, a BUROCRACIA complica todo o processo…

    EM QUE PLANETA VOCÊS VIVEM???? No “Globo e você, tudo a ver”, só pode! Lá a criancinha é adotada no dia seguinte, pela própria obstetra! Que lindo seria! MAS AQUI É MUNDO REAL, pessoal!

    E papai noel não existe, “FIQUEM SABENDO”! º_º

  21. Paula Berlowitz

    8 de outubro de 2011 at 0:07

    Rafaella,

    Ótima referência a tua sobre a fertilização in vitro! A aproveitei em resposta a outro comentário! Claro, quem faz fertilização In Vitro tá pagando bem! Então, não faz mal! Já viu padre reclamar de quem tem $$ pra botar na caixinha?! huasuhahushuas (diga-se de passagem, o Vaticano anda em alas com repetidos estupros de freiras, cometidos por padres!!! SERÁ que elas não vão abortar, se estiverem grávidas??? Vão dizer o que aos fiéis? “Foi o Espírito Santo, meus filhos” – com aquela vozinha anasalada de falsa santidade! Ah, nem precisaria dizer mais NADA, né?!).

    Quanto a malformação fetal, em outra resposta minha a um comentário desta matéria, citei o link de um processo ocorrido agora em Setembro, aqui em Porto Alegre, no qual o juiz permitiu uma mãe grávida de um bebê anencéfalo de interromper a gravidez por considerar desnecessário o sofrimento que causaria a todos a continuidade de uma gestação na qual a criança não terá chances de sobrevivência!

    EXATAMENTE! CRUEL é a palavra que melhor descreve quem considere que este juiz errou em sua decisão!

  22. Paula Berlowitz

    8 de outubro de 2011 at 0:13

    Cara Flávia,

    Teu comentário foi um dos mais sucintos, porém claro e verdadeiro como poucos outros!

    Diversos outros comentários que demonstram NÃO ENTENDER este nosso ponto-de-vista só mostram a faceta MONSTRUOSA da qual o ser-humano é, tão frequentemente, acometido: pessoas que ainda valorizam mais a falsa MORAL do que os direitos humanos!

    Obrigada pela tua colaboração!

    Volte SEMPRE!

  23. Paula Berlowitz

    8 de outubro de 2011 at 0:24

    Mais uma vez em resposta a A, quando diz: “Bem disse Jesus, que nos finais dos tempos teriamos filhos contra pais e pais contra filhos. Aí vão me dizer que isso sempre aconteceu, que agora podemos através da internet discutir o assunto. Que seja. Enquanto eu viver, como autoridade de policia que sou, e posição que tenho, eu defendo A FAMÍLIA.”

    Eu também defendo a FAMÍLIA! E citar Jesus não é muito apropriado, sendo que, até hoje, não está provado se este homem DE FATO é uma figura histórica, ou apenas um personagem – uma compilação de pessoas retratadas como um homem. Até porque, assumir a bíblia como verdade, é admitir que o ser-humano saiu do barro (!!!!), fato TOTALMENTE CONTRÁRIO a qualquer demostração cientificamente válida para explicar a origem da vida.

    Quanto a isto sempre ter acontecido, te lembrarei que na bíblia, pais tomavam as filhas por mulheres, “por ordem de deus” e isto, hoje em dia, é chamado INCESTO e considerado CRIME HEDIONDO em diversas culturas (pelo menos nas mais evoluídas). Na bíblia também é ensinado como açoitar “corretamente” seus escravos, mulheres e filhos. É nesta MORAL que te baseias para defender a FAMÍLIA??
    Josef Fritzel compartilharia da tua opinião!

    E, bem, nem preciso dizer que, se todas as pessoas fossem dotadas de BOM SENSO, nem haveria necessidade de existirem AUTORIDADES POLICIAIS, não é?!

    Se não houvessem criminosos, não precisaríamos da sua autoridade!

  24. Paula Berlowitz

    8 de outubro de 2011 at 0:36

    Ah, “A” (mais um que não tem coragem de assumir sua identidade para expressar as próprias opiniões), e antes que eu me esqueça, foi bom teres citado o “temor a Deus”, pois isso me lembra de salientar, mais uma vez, que a moral religiosa, como tu mesmo demonstras, é baseada no TEMOR, não no AMOR, nem no RESPEITO, muito menos no BOM SENSO (ora, anjo tocando trombeta e cobra que fala é coisa de esquizofrênico, não de pessoas gozando plenamente de suas faculdades mentais!).

    E a respeito da sua NECESSIDADE de falar em sua própria autoridade, sugiro que assistas a este vídeo, para que saibas que EU SEI “com quem estou falando”!

  25. Juliana

    8 de outubro de 2011 at 0:40

    Paula, é justamente pelo futuro bebe ser trabalho tanto da mulher quanto do homem que eu acredito que o pai tenha o direito de impedir o aborto. Com a sua argumentação do laço que se cria durante a gestação realmente tenho que descartar a parte de avós ou qualquer outro sem ligação direta se tornar responsável pela criança.

    Mas o pai tem tanto direito sobre aquele bebe quanto a mulher. Não é o corpo dele que vai mudar, não é ele que vai sentir as mudanças físicas, mas é o material genético dele que também está lá….e ele quem está amando e lutando por aquela criança desde o começo. (pois eu acredito que uma criança começa a existir mesmo a partir do momento em que começa a ser amada por alguém, antes disso é apenas um amontuadinho de carne em desenvolvimento, seja nascido ou não)

    Direito iguais é isso também, é exigir a responsabilidade dos pais não abandonarem, mas também dar a eles o direito de ter se a outra parte não quiser. Se as mulheres podem ter o filho apesar do pai não as querer porque não podem os pais terem o filho apesar da mulher não o querer? É por que é no corpo dela que ele está?
    Eu acho que isso realmente da muito poder de decisão para a mulher sobre abortar ou não, mas acredito que um homem que entrasse na justiça pra impedir o aborto do filho é um cara raro que merece o respeito (mesmo quem se diz religioso põe o pé pra trás e deixa a bomba explodir na cara da mulher) e merece que a justiça obrigue a mulher passar os meses restantes com o bebe. Sendo que ele teria mais força na guarda da criança do que a mãe que queria abortar (nada mais justo….se ela depois quiser contato com a criança que se entenda com ele).

  26. Paula Berlowitz

    8 de outubro de 2011 at 0:47

    Adriano, já disse que NÃO DELETO comentários! Publico TODOS! Mesmo os que acho ridículos!

  27. Paula Berlowitz

    8 de outubro de 2011 at 0:54

    Juliana,

    Tens razão! E olha, não é fácil alguém me arrancar esta frase! Acredito que o pai deve ter este direito, se de fato quiser o filho! Mas não vale mudar de ideia depois, né?! huashuaushahus

    Realmente, acredito que raros seriam estes homens, mas o meu seria um deles (bem sei o quanto ele é raro!). Meu irmão também foi à justiça e obteve a guarda de sua filha, quando ela estava com 3 anos. Hoje tem 11. Meu primo, também, criou seu filho sozinho, desde os 2 aninhos do menino, hoje com 17, com raras visitas da mãe. São raros, mas existem e DE FATO devem ter o direito de reivindicar pela vida de seus bebês!

    Agradeço por teres me ajudado a aprimorar mais um aspecto em meu ponto-de-vista sobre o assunto!

    Bjs

  28. Paula Berlowitz

    8 de outubro de 2011 at 1:02

    Sim, Adriano, sabia (tem na Wikipedia, por exemplo).

    E também concordo com ela (eutanásia), em alguns casos.

    Se EU, algum dia, estiver muito doente, com muita dor, precisando viver sedada, entubada e a base de toda a sorte de medicamentos, métodos invasivos, plena de escaras em minhas costas, em uma cama de hospital, POR FAVOR, DESLIGUEM TUDO! Aquilo já não será uma vida, e sim um grande pesar para mim e para quem me amar e estiver assistindo. Seria masoquismo e egoísmo desejar continuar!

  29. Pedro Guimarães

    8 de outubro de 2011 at 23:07

    Na boa…? Camarada diz:
    – “Cérebro, a pesar de todas as suas funções, não é órgão Vital. Coordena várias funções mas não é essencial para nenhuma”.
    .
    Dá pra levar esse povo a sério?
    .
    Paula, parabéns pela coragem, parabéns pelo texto, parabéns pelos filhos!
    .
    Luz, Paz e Amor pra ti e os teus.
    .
    Pedro, Recife.

  30. Paula Berlowitz

    8 de outubro de 2011 at 23:57

    Olá, Pedro!

    É, né! Nem contra-argumentei este ponto, pois denota uma grande falta de instrução. Sim, se cérebro não é essencial, então nem sei como ou porque estamos debatendo algo!!!

    Agradeço teu carinho e colaboração!

  31. Carlos Ramos

    10 de outubro de 2011 at 1:06

    Paula, nunca li tanta merda junta… Parecia as pérolas do ENEM.

    Cérebro não é órgão vital… Quem escreveu isto certamente está advogando em causa própria.

    Anencéfalo. Morre em 2 ou três horas após o parto, pois o cérebro, que alguns não consideram órgão vital, é quem comanda o sistema cardiorrespiratório. O bucéfalo que é a favor desta gravidez – obrigar uma mulher a gestar por 9 meses um natimorto -é um sádico antes de mais nada.

    A mulher TEM que levar a gravidez até o fim e bancar do seu bolso… Esta gravidez não foi feita com um anjo e uma pomba branca; o parceiro também tem que ser chamado às suas responsabilidades.

    A mulher TEM que parir a criança e depois DAR. Dar para quem??? Onde??? Numa feirinha de filhotes no brick da Redenção? Isto é novidade, vou me informar mais.

    É com esta lógica simplista de criança de 7 anos, que esta escumalha quer uma cadeira permanente no conselho de segurança da ONU, quer ser a 5a maior economia do planeta e sediar olimpíadas e copas do mundo. Estamos lascados…

    Li todos os posts até aqui e todos só falam das obrigações legais e divinas da mulher: obrigação de fazer, de cumprir e de obedecer. Ninguém mencionou as obrigações legais, morais e tampouco religiosas do dono do pau que engravidou esta mulher.

    Ninguém aborta porque quer. É um ato desesperado. As declarações majoritárias das mulheres que abortam:
    ” Se meu pai descober me expulsa de casa.”
    “Se meu companheiro descobre, me abandona.”

    Justamente quem deveria proteger esta pessoa, é o primeiro a vitimizar e marginalizar.
    E isto eu não tirei da minha cabeça, são estudos acadêmicos!

    E para você, seu idiota, que é contra a descriminalização do aborto: cerca de 450 mil mulheres morrem por ano vítima de complicações por aborto clandestino. Fonte: Ministério da Saúde. Detalhe: o MS reconhece que este número está muito aquém da realidade, que ele estima ser pelo menos 3x maior.

    Enquanto os direitos humanos fundamentais da mulher, como direito à liberdade, à igualdade e à dignidade não forem respeitados, não seremos um povo civilizado, justo e fraterno – mesmo que venhamos a nos tornar a maior potência econômica do globo.

  32. Paula Berlowitz

    10 de outubro de 2011 at 11:14

    Ufa, Carlos! Que susto! Depois de tanto xingão que levo, o começo de teu comentário me parecia mais um! ahushuasuhas Achei que era comigo!

    Adorei teu parecer. Dotado de informações úteis e a ‘pegada’ sarcástica que bem merece o povo hipócrita da moral ‘divina’.

    O pior é pensar que, frente as estatísticas que citaste, ainda deve haver quem diga “Bem feito! Que morram! Ninguém mandou abortar!”.

    Um contra-senso, não?! São pró-vida ou não são?! NÃO! São pró-falsa-moral!

    Agradeço pela tua colaboração (hehehe e essa do cérebro não ser órgão vital foi PESADA, né?!).

  33. Adriano

    10 de outubro de 2011 at 11:33

    você… não respondeu ao meu post

    a parte da eutanásia foi mais sobre a palavra do que o tema; não entrei no assunto

    se bem que, foi um posto para responder ao seu… mas volto a pedir novamente que você esclareça sua parte e explique sua lógica de matar pessoas que não pensam… pois até agora eu só entendi que ‘podemos matar pessoas que não pensam… porque podemos!’ como uma opinião jogada a torto e a direito que não trata seriamente do tema da vida. Para mim não há razão… mas pelo menos você deveria procurar uma Ótima razão para afirmar tal coisa.

  34. Paula Berlowitz

    10 de outubro de 2011 at 15:30

    Adriano,

    Quem falou em matar pessoas que não pensam foste tu. Falsas argumentações não me confundem.

    Redigi um post sobre o ABORTO, não sobre homicídio nem sobre eutanásia. E em meu ver, o aborto não é homicídio, nem a mesma coisa que matar uma pessoa “que não pensa”. Creio que todo o meu ponto-de-vista a respeito já foi descrito tanto no post, quanto ao longo de todas as respostas aos comentários que aqui estão.

    A minha ÓTIMA razão para defender a DESCRIMINALIZAÇÃO do aborto é o fato de milhões de mulheres morrerem ou terem seus úteros extirpados, anualmente, em função de procedimentos de interrupção de gravidez mal-executados.

    Não! Não me venha dizer que elas podem ter seus úteros arrancados, afinal não queriam ser mães, pois muitas vezes, uma mulher que aborta QUER ser mãe! Talvez não naquele momento. Talvez não daquele pai.

    Se há alguma coisa a respeito de meu ponto-de-vista sobre o assunto que ainda não entendeste, então tens um sério problema de compreensão!

    Sugiro procurares outros blogs, Internet afora, para enviares teus comentários confusos. O meu não é o único (talvez seja o único no qual tenhas recebido uma atenção que nenhum outro tenha te dado)!

    Até.

  35. Ricardo Lopes

    11 de outubro de 2011 at 12:20

    É o seguinte pessoal:
    Pra começo de conversa, se você vive sua vida operando e tomando decisões a partir do pré-suposto de que existe um deus, eu entendo não ser de acordo com o debate sobre o aborto, e evidentemente defender contra.
    Mas, eu também entendo que quem vive de acordo com ideologias religiosas, não tem portanto sequer a qualificação racional para querer se engajar em um debate como este.
    Um religioso deve primeiro, e antes de tudo e mais nada, validar sua opinião, e está validação só ocorrerá se por acaso ficar comprovado sem sombra de dúvidas que existe um deus.
    Isso não vai acontecer. Pelo contrário, cada vez que se investiga algo “sagrado” se descobre que os fatos verídicos são outros.
    Então, para poder argumentar de igual para igual, devemos em primeiro lugar, abolir qualquer menção a ideologias até hoje infundadas.
    Não sei se me fiz claro? Religioso primeiro precisa provar a existência do seu deus, antes de poder querer usar este conceito como algo real. Não é possível respeitar uma opinião de alguém que não consegue sequer comprovar suas crenças.

    Com relação a questão de intervenção do estado (Governo).
    O governo é uma organização que deveria servir UNICAMENTE para servir e preservar os direitos dos cidadãos. Tornar possível e facilitar com informações e suporte, as decisões dos cidadãos.

    Mesmo que, o estado tivesse toda a capacidade de dar sustento, educação e um ambiente familiar adequando, e com isso quero dizer adultos responsáveis, o estado ainda assim não deveria de poder ter o direito desta decisão.

    A decisão de ter um filho ou não é decisão da mãe, sempre foi e sempre será.
    Não estamos debatendo se a mãe tem ou não este direito, pois é dela e de mais ninguém.
    Querer amedrontar mulheres com penalidades institucionais para tentar persuadir elas em não abortarem é uma anomalia no sistema judiciário que precisa ser resolvida.

    O que realmente está em debate é o fato que devido a falta de esforço do estado em estabelecer uma sociedade com mulheres que pensam críticamente, teme-se que mais abortos terão de ser pagos pelo estado do que o estado teria capacidade de suportar.
    Toda questão envolve meramente dinheiro público, se a sociedade deve pagar pelos abortos, ou não.

    Afinal, não queremos que o aborto seja compreendido com uma forma “anti concepcional” pelas mulheres menos instruídas da sociedade.

    Infelizmente, uma coisa não tem relacionamento com a outra.
    O direito de abortar da mulher, é algo separado e independente da obrigação do estado de disponibilizar conhecimento profundo sobre planejamento familiar, e os programas sociais estão nítidamente falhando nesta frente também.

    Enquanto que vemos campanhas em redes nacionais como a Globo, divulgando idéias como “o sagrado”, e ignorando questões do mundo real como a prevenção, utilização de métodos preventivos, e contraceptivos.

    As mulheres que engravidam sem querer, e que muitas vezes nem podem ter um filho, estas hoje, com o modelo atual de sociedade, sofrem a punição, o castigo, de não poderem ser donas de suas próprias vidas, e não poderem depender do pais onde vivem para poderem tomar suas decisões. Enquanto que quem realmente deveria estar sendo punido, ganha espaço na mídia e feriados nacionais.

    Se não fosse a opinião prejudicial, e sem fundamento em moralidade que a religião traz para a sociedade, o processo todo já teria hoje uma compreensão muito mais ampla pela sociedade.

    O medo do governos é de comprometer um grande volume de dinheiro em algo que poderia ter se evitado com um investimento muito menor durante toda a educação destas mulheres, e com a diponibilização de medicamentos, tratamentos, e material instrutivo disponível em todo e qualquer local.

    Por causa dos dogmas idiotas e inconsistentes das igrejas e instituições que são baseadas no valso valor moral religioso, a sociedade inteira paga o preço da desinformação e falta de instrução.

    O Governo brasileiro remove um direito natural da fêmea humana para impedir que se torne mais alarmante a sua negligência durante todo o processo de desenvolvimento desta mulher na sociedade.
    Assumir a “conta” dos abortos seria apenas assumir a responsabilidade das falhas na instrução da população.

    Enquanto atuantes de instituições que não possuem valor moral algum, e que sobrevivem e lucram disseminando desinformação, preconceito e ignorância seguirem tendo espaço privilegiado, não poderemos debater este assunto de forma adulta.

    O aborto é um processo natural, onde por decisão da mulher, ela pode optar ou não por ter uma criança, isso já ficou estabelecido ao observar a natureza e com a criação de medicamentos e técnicas de prevenção. Já estamos caminhando para o caminho correto.

    Evidencias na própria natureza.
    Os animais matam os recém nascidos indesejados. Muito mais cruel, mas não vemos campanhas contra aborto de animais. Que tal esse exemplo como hipocrisia? Claro, os animais não tem tecnologia, e só podem fazer esta escolha desta maneira.
    Índios no pantanal que não desejam seus filhos, jogam no rio a criança. Na idia, são doados para os monges para serem semi escravos, e assim por diante.

    É uma escolha pessoal e individual de cada mulher, um direito que tem uma responsabilidade muito séria, e que só as mulheres sabem o que fazer disso.

    Querer estipular como norma social algo que é escolha pessoa tem suas raízes fora do raciocínio lógico.

    Isso é apenas mais uma forma das entidades negativas do mundo se unirem para oprimir as pessoas cada vez mais em suas vidas.

    Não podemos permitir que pessoas que não tem integridade moral, como os religiosos e os políticos em sua grande maioria, definirem e darem palpites.

    E pra finalizar, vi que tem um policial nos comentários.
    Acho sinceramente que a polícia é a escória da humanidade, principalmente os que se dizem ter autoridade, para mim polícial hoje, em sua grande maioria são bandidos, corruptos e não fazem seu trabalho nem perto do que seria o ideal e necessário.
    Agora, polícial religioso, é o fundo do fundo do fundo do posso desta instituição que ao meu ver, nem poderia ter policiais religiosos por ser totalmente conflitante a lei e os dogmas de sua religião, impedindo que exerça o cargo.
    Policial religioso é acima de tudo um perigo para a sociedade.

    Se alguém quer dizer que tem autoridade porque tem o elementar e uma farda, sinto muito mas isso não é autoridade.
    Policiais são servidores públicos, empregados do povo e não tem autoridade nenhuma, só precisam obedecer as ordens do povo.
    Seu cargo como policial, não lhe dá NENHUM autoridade sobre nada.
    Tu sabe disso por isso esconde teu nome.

  36. Adriano

    12 de outubro de 2011 at 15:55

    Pera~~ você concordou que é um ser humano. Mas matar não é homicídio para tu? ai que pedi explicações sobre isso e você disse ‘se não é consciente é ok matar esse ser humano’. Pedi mais explicações sobre isso.

    se por outro lado você acha que NÃO É UM SER HUMANO podemos voltar a discussão. Se você acha que É UM SER HUMANO então só peço que me diga qual sua linha lógica para matá-los; Linha lógica completa pois ‘ele nem saberia que morreu’ não explica nada.

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  38. 24 de setembro de 2013 at 21:03

    Bando de loucos comentaram aí!

    1. Quem decide é a mulher e pronto.
    2. Não existe isso de “depois alguém assume/adota/responsabiliza-se”…. não é SÓ sobre isso que se trata. Se trata de TODO UM PROCESSO e implicações físicas e psicológicas. NÂO! É a mulher que decide.
    3. Ah… o pai blablabla… O “pai” disse antes de transar que queria ter um filho? A mulher aceitou isso? Não? Então o “pai” não apita.

    http://epintula.wordpress.com/2013/02/04/aborto/

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  40. DANIEL

    12 de novembro de 2013 at 5:51

    aborto é pura e simplesmente um assassinato .eu particularmente só a favor da pena de morte para crime hediondos -que é caso do aborto.

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  42. Darrell

    9 de setembro de 2015 at 15:59

    I really like reading an article that can make people think.
    Also, thanks for allowing for me to comment!

  43. Júnior Ferreira

    13 de novembro de 2015 at 8:41

    Discutir aborto sem dúvida e uma questão muito complicada, sabemos que por natureza a femea e quem procria, eu sei que a mulher e dona do seu corpo e tem todo direito de fazer dele o que entender… Mas a partir do momento que duas pessoas de sexo diferentes, entendam que eu digo PESSOAS, decidem ter relação sexual, elas devem saber da responsabilidade que aquela ação terá.. Toda ação tem uma reação, sexo não só traz prazer,podem trazer gravidez e doenças , e doença não e um direito seu de tirar , vai ficar lá te acompanhando por tempos. Tirar uma criança no Brasil e crime, coreto ? Talvez , quem sou eu para julgar se nem posso engravidar,mas porque só a decisao da mulher teria direito de aborto? Ta ela e dona do seu corpo, mas como disse por natureza só mulher engravida, e homem que assumiu a responsabilidade de ter relação sexual ele não tem direito de ter o filho? E o homem que não quer ter o filho porque a mulher pode escolher por ter ? E por isso que digo que aborto e um assunto complicado , e não se resolve isso com feminismo, machismo religião e bla blá… Resolve isso com estudo e respeito ee isso é algo que falta em muitos brasileiros por ai

  44. Marina stefany

    7 de fevereiro de 2016 at 21:09

    Na minha opiniao somos todos assassinos, uma sociedade que se diz a favor da vida sim eu tambem sou queridos religiosos. Maa como julgar uma mulher que acabou engravidando e se ve so, abandonada pelo pai da crianca, sem condicoes financeiras nem psicologicaa para encarar uma sociedade totalmente machista, na qual todos apontam o dedo e dizem olha nem e casada que vergonha, agora vai sobrar pra mae dela. Ah e o que falar dos politocos, onde estao os programas de apoio a esse tipo de mulheres que sao vitimas da sociedade, sim vitimas porque elas sofrem igualzinho ao perder um filho ja nascido. Antes de sair julgando vamos fazer algo. De nada adianta falar falar, vamos nos unir nao pela legalizacao ou nao legalizacao do aborto e sim pelo apoio financeiro e psicologico dessas mulheres

  45. Paula Berlowitz

    30 de julho de 2016 at 22:02

    It actually doesn’t cost a lot, but it’s interesting to have time to invest on it.

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