Socialize

RSS Feed

Fuji Minx – contestação à religião invadindo o POP

1 Star2 Stars3 Stars4 Stars5 Stars (5 votos, media: 5,00 de 5)
Loading...
3.037 acessos

Descobri a moça aí em um tweet da Atheist Media.

Creio que desde que a Sinéad O’Connor (Lembram? A linda cantora carequinha de “Nothing Compares 2 U”?) rasgou a foto do Papa, a expressão de contestação à religião na música andava contida apenas no meio do Metal.

É bom que representantes do mundo POP também se aventurem por este terreno, uma vez que estes normalmente conseguem a atenção de um número maior de ouvidos atentos!

Boa sorte ao “debut” de Fuji Minx! Esta sim mereceria o sucesso (inexplicável) de Britney Spears!

Para quem quiser conhecer melhor o trabalho de Fuji Minx, entre no seu site (ainda em construção): www.fujiminx.com!

E de fato, quem deveria se confessar? Nós ou eles?? Eu não matei milhões em nome de Deus!

Confere aí!

FUJI MINX – The Music Made Me Do it (Official Un-Censored Version) from FUJI MINX on Vimeo.



Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Publicado por em 22 de junho de 2010. Arquivoado em Iniciativas Femininas,Lucidez,Música. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0. You can leave a response or trackback to this entry

3 Respostas para Fuji Minx – contestação à religião invadindo o POP

  1. FUJI MINX

    25 de junho de 2010 at 22:54

    This version was banned from youTube. Please see the full uncensored video HERE:

  2. Carlos Ramos

    13 de outubro de 2011 at 17:12

    Apesar de ser ateu, leio com profundo pesar e receio a parte do texto que fala em “aversão à religião”. Não é por não conseguir acreditar (e olha que tentei…) em céu, em arder por toda a eternidade no fogo do inferno, em um deus que hora é cruel e tirano, hora ele é a personificação do amor, que eu tenha aversão à religião.
    Ao ter-se aversão à religião, incorremos no mesmo ódio, rancor, repulsa que um religioso muitas vezes sente por um ateu – e assim cria-se um ciclo vicioso e eterno de animosidades que não leva o ser humano a lugar algum além da intolerância, do sectarismo. Foi a partir de uma lógica similar que Hitler exterminou seis milhões de seres humanos.
    Sou ateu por ser um questionador, por não me resignar que as coisas são assim simplesmente por que são, como o faz a dogmática da religião. Por não aceitar que o mundo tem só 10 mil anos, quando está comprovado cientificamente que ele existe a trilhões de anos; por não aceitar que o mundo foi concebido em 6 dias por um designer inteligente que descansou no 7º; por não aceitar que somente o povo judeu foi o povo escolhido; e principalmente por não conseguir assimilar que uma mulher engravidou em sonho, de um anjo. E para se considerar um crente, um fiel, a pessoa tem que aceitar tudo o que a fé professa sem questionar, e principalmente: tem que realmente crer naquilo que está aceitando – e este não sou eu.
    Mas temos que aceitar uma coisa: pessoas são diferentes, pensam diferentemente umas das outras, têm valores morais e espirituais diferenciados, enxergam religião, sexo, política, ecologia, família, tudo enfim de formas diferentes – e a melhor maneira de coexistirmos com nossas diferenças é respeitando umas às outras desde que a liberdade de exercício dessas diferenças não cerceie o direito do seu próximo.

  3. Paula Berlowitz

    8 de dezembro de 2011 at 16:36

    Concordo contigo, Carlos!

    Inclusive, não me considero alguém que tenha “aversão” às religiões. Acho um pouco engraçado que as pessoa as levem à sério e tenham seus dogmas e superstições como realidade, mas cada um sabe de que artifícios precisa para aceitar a própria existência. Mitologicamente falando, muitas delas são até bastante bonitas, como é o caso do Judaísmo, Budismo, Espiritismo, Candomblé, etc, em minha opinião.

    Agora, Fuji minx, a cantora em questão, sim, demonstra esta aversão. E foi o que citei.

    E à propósito: Hitler não exterminou 6milhões de seres humanos! Foi cerca de 10milhões! Dos quais 6milhões de judeus. Os outros eram homossexuais, estrangeiros (em geral Turcos), ciganos e membros de outras religiões que não agradassem ao insandecido “Fuhrer” – como por exemplo os Testemunhas de Jeová (os “Triângulos Roxos”, como eram conhecidos nos campos de concentração, por ser este o símbolo que carregavam amarrado aos seus braços, bem como a Magen Davi, para os Judeus e um Triângulo rosa para os homossexuais), dos quais morreram umas centenas. O curioso é que os Testemunhas de Jeová eram os únicos prisioneiros dos campos, que tinham chance de liberdade: bastava que assinassem um termo de “Renúncia de sua Fé”. Pouquíssimos foram os que aceitaram assinar. Preferiram ficar juntos e enfrentar o que viesse.

    Obrigada pela tua participação!

    Volte sempre! 😉

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *